A situação da pejotização na Medicina, especialmente no serviço público, é grave e crescente. Profissionais têm sido obrigados por prefeituras e estados a atuarem como pessoas jurídicas, muitas vezes como condição para trabalhar, o que fere princípios constitucionais.
A Federação Médica Brasileira levou essa pauta ao Ministério do Trabalho e acompanha o tema também no âmbito do STF. Não se trata de ser contra a atuação como pessoa jurídica, mas de combater a imposição desse modelo como forma de precarização.
A Constituição é clara ao estabelecer o concurso público como forma de ingresso no serviço público. A Federação Médica Brasileira e seus sindicatos de base seguem firmes na defesa de relações de trabalho justas, legais e dignas para os médicos brasileiros.
