Nesta quarta-feira, 11 de fevereiro, o Ministério da Educação publicou a Portaria nº 129, suspendendo o edital de 2023 que previa a abertura de mais 95 escolas médicas no país.
A Federação Médica Brasileira e seus sindicatos de base recebem a medida como um avanço necessário. Avaliações recentes da formação médica evidenciaram fragilidades preocupantes, reforçando que o foco precisa estar na qualidade do ensino e não apenas na ampliação do número de cursos.
O Brasil já é o segundo país do mundo em número de escolas médicas. Expandir sem critérios rigorosos compromete a segurança da assistência e o futuro da profissão.
A suspensão do edital é um primeiro passo importante. Agora, é fundamental avançar na avaliação das instituições já em funcionamento e adotar providências firmes em relação às que não oferecem formação adequada.
Defender a qualidade da formação médica é proteger a população e valorizar a Medicina.
